“DEVERIA SER PROIBIDO EVANGÉLICO VOTAR”: O ódio seletivo e a face autoritária de Eduardo Bueno, o “Peninha”

Em novo vídeo carregado de intolerância religiosa, o historiador de esquerda ataca a democracia ao sugerir a cassação de direitos políticos de milhões de brasileiros. Reincidente em falas nefastas, Bueno já chegou a celebrar o assassinato de um ativista conservador e a zombar de crianças órfãs.

A máscara da “intelectualidade moderada” de Eduardo Bueno, o Peninha, caiu definitivamente, revelando um rosto autoritário e profundamente intolerante. Em seu vídeo mais recente, intitulado “COM MIL RAIOS”, o historiador cruzou todas as linhas do respeito democrático ao afirmar categoricamente que “deveria ser proibido evangélico votar”.

O ataque não foi um deslize isolado, mas parte de um monólogo repleto de termos pejorativos contra cristãos e opositores políticos, a quem ele se refere como “escomalha”, “lixo” e “restolho”. Ao questionar por que evangélicos votam para cargos públicos se “não escolhem nem o pastor deles”, Bueno ignora o preceito básico da igualdade de direitos e a liberdade religiosa garantida pela Constituição.

O Estilo “Doido Varrido” como Escudo

A estratégia de Bueno parece clara: ele se utiliza de um personagem histriônico, muitas vezes admitindo o próprio “descontrole” e alegando não ser um democrata, mas um seguidor do “centralismo democrático”. Esse comportamento, que muitos internautas classificam como “se fazer de doido”, serve como uma espécie de salvo-conduto para proferir atrocidades sem o peso da responsabilidade civilizada. No vídeo, ele chega a dizer que certas pessoas “não deveriam ter voz”.

Reincidência em Atrocidades: O Caso Charlie Kirk

O histórico de Peninha é manchado por episódios de pura crueldade disfarçada de “opinião”. Em setembro de 2025, o Brasil assistiu perplexo ao historiador debochar abertamente do assassinato do ativista norte-americano Charlie Kirk, morto a tiros aos 31 anos.

Na ocasião, Bueno declarou que a morte era “terrível”, exceto quando se tratava de Kirk. O ápice da desumanidade foi o comentário sobre as filhas pequenas do ativista: “O Charlie Kirk tem duas filhas pequenas, que bom para as filhas dele, né? Que bom”. A fala gerou repulsa imediata, levando ao cancelamento de eventos em universidades como a PUC-RS e à perda de contratos importantes.

A Intolerância do “Bem”

Eduardo Bueno representa hoje o que há de mais perigoso no debate público: a validação do ódio desde que seja contra o “alvo certo”. Ao atacar a fé de milhões de brasileiros e sugerir a exclusão de cidadãos do processo eleitoral, ele não faz história ele a repete, flertando com regimes totalitários que sempre começaram segregando grupos pela fé ou pensamento político.

A pergunta que fica para a audiência é: até quando a “licença poética” de um historiador servirá de desculpa para ataques diretos à dignidade humana e à democracia?

Neste vídeo, o historiador critica duramente a participação de evangélicos na política e expressa visões controversas sobre o processo democrático:

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