
A recente resposta da Polícia Militar, que neutralizou criminosos após a morte covarde do Cabo Glauber, provou que a tropa tem coragem de sobra. O que falta é investimento efetivo do governo. Enquanto o governador Jerônimo Rodrigues prega “trocar a arma pelo carinho e pelo amor”, seu orçamento mostra que ele prefere trocar a segurança do policial por “likes” e comerciais de TV.
A disparidade de investimento na Bahia atingiu níveis surreais. Em 2025, o governo Jerônimo lançou uma licitação para gastos com propaganda digital no valor astronômico de R$ 1 bilhão.
Enquanto isso, o que o governo chama de “investimento recorde” em segurança parece troco de padaria:
Analisando a execução orçamentária e as projeções para 2026, o Sem Censura TV expõe a disparidade entre o que se gasta para “falar” e o que se gasta para “proteger”.
Aviso de Transparência: Os números apresentados para 2026 são uma estimativa analítica baseada no cruzamento de dados de duas fontes principais: o Portal da Transparência do Estado da Bahia (Siafe-BA) e as dotações da LOA 2026 publicadas no Diário Oficial.
| Rubrica Orçamentária | Valor Estimado (Bimestre 2026) | Realidade na Ponta |
| Publicidade Institucional (SECOM) | R$ 48.500.000,00 | Foco em “vender” uma Bahia que não existe. |
| Modernização de Equipamentos (SSP) | R$ 9.200.000,00 | Compra de coletes, munição e drones. |
| Blindagem de Viaturas (PETO/Rondas) | R$ 1.800.000,00 | Migalhas para quem enfrenta fuzil todo dia. |
A análise é simples: O governo gasta 5 vezes mais com marketing e propaganda institucional do que com a modernização tecnológica e equipamentos de proteção para quem está morrendo na rua.
Um único pacote de mídia de 30 dias para o governo dizer que “está tudo bem” custa cerca de R$ 8 milhões. Esse valor seria suficiente para equipar 100 viaturas com blindagem nível 3-A, salvando dezenas de vidas de policiais que hoje operam em carros sem qualquer proteção balística.
Historicamente, o PT na Bahia utiliza a comunicação como escudo para a própria incompetência. Jerônimo herdou a tática de Wagner e Rui Costa: se a violência aumenta, dobra-se a aposta em anúncios no YouTube e na TV para tentar convencer o cidadão de que ele está seguro.
Para o governador Jerônimo Rodrigues, a “arma” mais importante não é o fuzil do policial, mas a câmera do publicitário. O governo ignora a audácia dos bandidos, que cresce diariamente, e prefere manter a polícia sob uma mordaça ideológica de “carinho e amor”.
A falta de proteção do Estado aos policiais é um projeto. Manter a polícia enfraquecida e o bandido protegido por narrativas “sociais” é o que garante a manutenção desse sistema que gasta R$ 1 bilhão com cliques, mas não consegue blindar a viatura do policial que defende a sua família.
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