A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).

O advogado Paulo Cunha Bueno declarou nesta quinta-feira (21) ao blog da jornalista Andreia Sadi, da Globo News, que Jair Bolsonaro (PL) recebia “todo tipo de sugestão” durante 2024, e que a ideia de solicitar asilo político à Argentina foi apenas uma delas — sem, no entanto, ter sido levada adiante pelo ex-presidente.
De acordo com Bueno, a proposta surgiu em fevereiro daquele ano e foi imediatamente descartada. “Muita gente mandava muita coisa para ele. Todo tipo de sugestão. Alguém mandou para ele o pedido de asilo em fevereiro de 2024 — podia ter ido, mas não foi. Ele não quis, não estava em prisão domiciliar, nem tinha tornozeleira. Teria condições de se evadir e não se evadiu”, afirmou.
A Polícia Federal registrou em relatório que encontrou no celular de Bolsonaro um arquivo editável, sem assinatura ou data, pedindo asilo em caráter de urgência. O documento é de fevereiro de 2024.
Para os investigadores, o material reforçaria a tese de que o ex-presidente buscava alternativas para escapar da aplicação da lei penal no contexto das investigações sobre uma suposta ‘tentativa de golpe de Estado’.
Os peritos identificaram ainda que os metadados do arquivo, com 33 páginas, apontam como autora “Fernanda Bolsonaro” — referência, segundo a PF, a Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, nora do ex-presidente e esposa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Outro elemento citado pela polícia é uma comunicação feita em dezembro de 2023 a Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na qual Bolsonaro informou que viajaria à Argentina entre os dias 7 e 11 daquele mês. Para os investigadores, isso reforça a tese de que o ex-presidente mantinha uma ‘rota de fuga’ pronta.
No mesmo relatório, a PF sustenta que mensagens e documentos analisados revelam um ‘plano organizado’ para pressionar ministros do STF. (Foto: Ag. Senado; Fonte: G1)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).
O Banco Central decidiu abandonar a criação de regras específicas para o Pix Parcelado e proibiu o uso desse nome pelas instituições financeiras, embora expressões semelhantes continuem permitidas.
Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e decidiu que somente a Procuradoria-Geral da República (PGR) pode abrir um processo de impeachment contra ministros do Supremo.
