APARELHAMENTO E “CAÇA ÀS BRUXAS”: Crise no IBGE explode com demissão de técnica que mede o PIB

Sob o comando de Márcio Pochmann, instituto vive clima de terror. Servidores denunciam pressão para "maquiar" dados que não agradam ao Palácio do Planalto e temem que a verdade econômica seja sacrificada pela popularidade de Lula.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), órgão que deveria ser o guardião da verdade estatística do Brasil, está sob intervenção ideológica. Uma crise sem precedentes explodiu nos corredores da instituição, revelando um cenário de perseguição e tentativas de manipulação de dados para favorecer a narrativa do governo federal.

O ponto de ruptura foi a exoneração da coordenadora de Contas Nacionais, Rebeca Palis, profissional respeitada e responsável direta pelo cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. A demissão ocorre em um momento estratégico: às vésperas da divulgação dos números do crescimento econômico, prevista para março.

“Caça às Bruxas” no Altar da Ideologia

A gestão de Márcio Pochmann, economista de confiança do PT, é descrita pelos servidores como um regime de medo. Segundo relatos colhidos pela nossa redação e confirmados por fontes internas, o sentimento dentro do órgão é de uma verdadeira “caça às bruxas”.

Quem não se curva aos projetos de mudança e à nova “orientação” da diretoria é sumariamente afastado de cargos de chefia. A mensagem é clara: se os dados não ajudam a popularidade de Lula, troca-se quem faz os dados.

Pressão e Constrangimento

A crise não se limita a demissões. Conforme revelado em denúncias recentes, a diretoria do IBGE tem sido acusada de constranger técnicos e até de realizar abordagens a parlamentares de esquerda para garantir apoio às mudanças metodológicas que podem, na prática, “suavizar” números negativos da economia.

Servidores técnicos relatam que há uma tentativa deliberada de captura política da instituição. O objetivo seria transformar o IBGE em uma máquina de propaganda, onde estatísticas sobre desemprego, inflação e PIB passem por um filtro político antes de chegar ao público.

O Risco para o Brasil

A autonomia do IBGE é fundamental para que investidores e a sociedade saibam a real situação do país. Quando o governo começa a intervir em quem mede o PIB porque os números “não agradam”, o Brasil caminha para o mesmo isolamento de países que destruíram suas instituições estatísticas para esconder o fracasso econômico.

O clima entre a presidência de Pochmann e as áreas técnicas é de guerra declarada. A pergunta que fica é: até onde o governo está disposto a ir para manter sua narrativa, mesmo que para isso precise “cegar” o país sobre a sua própria realidade?

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