CPF CANCELADO EM MASSA: PM da Bahia ignora o “amor” do governador e despacha assassinos de policial para o inferno

Enquanto Jerônimo Rodrigues prega "carinho" para a bandidagem, a tropa na rua mostra que a única linguagem que o crime organizado entende é a força letal. A resposta à execução covarde do Soldado Glauber foi rápida, precisa e definitiva.

A bandidagem achou que mataria um policial militar e ficaria por isso mesmo, protegida pelo manto da impunidade e pelo discurso frouxo dos Direitos Humanos. Acharam errado. Menos de 48 horas após a execução bárbara do Cabo Glauber, no Vale das Pedrinhas, a Polícia Militar da Bahia deu a resposta que a sociedade de bem esperava: chumbo grosso e CPF cancelado.

Segundo informações confirmadas, uma operação de guerra foi montada para caçar os responsáveis. O resultado não poderia ser diferente: ao confrontarem a força do Estado, os marginais que aterrorizavam a comunidade e ousaram tirar a vida de um pai de família foram neutralizados e enviados para o colo do capeta.

A Audácia do Crime e a Resposta à Altura

A morte de um policial não é apenas um homicídio; é um atentado contra o Estado. Nos últimos anos, alimentados pela certeza da impunidade, as facções na Bahia cresceram e passaram a caçar agentes de segurança como se fossem troféus.

Mas a operação desta semana provou que, quando a PM tem autonomia para agir e a “mordaça ideológica” é deixada de lado, a ordem é restabelecida. Não houve “diálogo”, houve reação. A Polícia mostrou que, mexeu com um, mexeu com todos. A neutralização desses criminosos não traz o Cabo Glauber de volta, mas lava a alma da corporação e traz um mínimo de alívio para uma sociedade refém do medo.

Onde estava o “Amor” do Governador?

A ação enérgica da PM contrasta vergonhosamente com a postura do governador Jerônimo Rodrigues (PT). O mesmo gestor que, no passado, teve a coragem de dizer que combateria a violência trocando a arma pelo “carinho e pelo amor”, agora assiste ao fracasso retumbante de sua política de segurança pública.

Enquanto o governador oferece “amor”, seus policiais recebem tiros de fuzil. A Bahia se tornou um santuário para facções justamente porque o governo estadual trata bandido como “vítima da sociedade” e policial como “opressor”.

  • Falta de blindagem: Nossos heróis estão nas ruas com coletes vencidos, viaturas sucateadas e sem respaldo jurídico para agir.
  • Inversão de valores: Se o policial atira, é investigado; se o bandido mata, ganha progressão de pena e “saidinhas”.

A Polícia é a Última Barreira

A operação após a morte do Cabo Glauber deixa um recado claro: se o Estado (governo do PT) não protege seus policiais, eles protegerão uns aos outros. A audácia dos criminosos só vai acabar quando a certeza da punição ou da neutralização for maior do que a certeza da impunidade garantida por Brasília e Ondina.

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