A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).

Com informações Metro 1
A jornalista Flávia Jannuzzi, demitida há dois meses da Globo, deu detalhes dos bastidores da emissora e teceu críticas à política de diversidade adotada no meio. Em conversa com Splash, canal de entretenimento da Uol, a ex-repórter descreveu sua demissão como “horrível” e “traumática”.
Jannuzzi disse que há uma “política de relações” nos bastidores da Globo, uma “panela” – grupo restrito – da qual disse não participar, o que teria a prejudicado. “É uma panela. Se você não está naquela panela, você é cozido ou frito. Os projetos não passam. Você não consegue aprovar a pauta. Você vai sendo deixado, esquecido de lado. É como se você tivesse que começar do zero e validar o seu valor todos os dias. Você está ali na escala. Mas você está fora do jogo”, afirmou.
A jornalista fez também comentários negativos sobre a política de diversidade adotada pela empresa. Para ela, profissionais com pouco tempo de casa, mas que representam uma “bandeira” levantada pela Globo, conseguem espaço em grandes jornais sem muita “batalha”, o que faz com que as redações sejam dominadas por novatos.
“Talvez seja uma questão de nova ordem mesmo, de uma agenda globalista. […] Tem grandes jornalistas que se enquadram nos requisitos que eu estou falando. Tem colegas brilhantes, maravilhosos, mas quando isso é um determinante para você conquistar um espaço no Jornal Nacional ou ser contratado, isso deprecia tanto os colegas quanto a profissão”, avaliou.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).
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