O Grêmio sofreu derrota por 4 a 2 diante do Cruzeiro e, ainda, um ex-volante foi internado em estado grave após infarto.

A Presidência da República acumulou gastos de R$8,7 milhões com apenas 36 cartões corporativos até meados de julho deste ano. Segundo dados do Portal da Transparência, cada utilização desses cartões resultou em uma média de mais de R$1,8 mil pagos pelos contribuintes. Essas despesas cobrem desde itens como tapioca até hospedagens em hotéis. A informação é do site Diário do Poder.
Até o momento, em 2024, o total de despesas com cartões corporativos, que são usados para custear diversas necessidades das autoridades do governo federal, chegou a R$33,7 milhões.
Entre 2017 e 2021, os gastos anuais com cartões corporativos variaram entre R$50 e R$57 milhões. Em 2022, esses gastos saltaram para R$90 milhões e, em 2023, bateram um recorde, alcançando R$90,6 milhões.
Além dos cartões corporativos tradicionais, o governo também utiliza o cartão de pagamento da defesa civil para despesas emergenciais, cujo saldo já atingiu R$272 milhões este ano.
O Grêmio sofreu derrota por 4 a 2 diante do Cruzeiro e, ainda, um ex-volante foi internado em estado grave após infarto.
Após ser eliminado na semifinal da Libertadores, o Palmeiras usou as redes sociais para provocar o Flamengo, lembrando a vitória de 2021 e desejando bons ventos para a final contra o Estudiantes.
A pesquisa Real Time Big Data indica 52% de intenção de voto para Flávio Bolsonaro e 48% para Lula, com margem de erro de 2 pontos.
