O Grêmio sofreu derrota por 4 a 2 diante do Cruzeiro e, ainda, um ex-volante foi internado em estado grave após infarto.

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu publicou, nesta quinta-feira (30), um artigo na Folha de S.Paulo no qual expõe as fragilidades do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e defende que o Brasil assuma maior controle sobre seu destino diante das incertezas econômicas e geopolíticas.
Em uma análise surpreendente, Dirceu citou o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como uma referência em políticas voltadas à soberania nacional. Ele destacou que, segundo o ex-embaixador dos EUA no Brasil, Thomas Shannon, Trump acredita que um país deve garantir a segurança de suas fronteiras, proteger sua economia e evitar envolvimentos externos que comprometam sua estabilidade.
“O Brasil precisa ter a sua convicção”, escreveu Dirceu, reforçando a necessidade de um projeto nacional de desenvolvimento que assegure autonomia econômica e tecnológica ao país.
Dirceu também alertou para a queda na popularidade de Lula, que ele classificou como um “tombo histórico” no meio do terceiro mandato do presidente. Segundo o ex-ministro, a perda de apoio entre os mais pobres e no Nordeste – segmentos essenciais para a vitória de Lula em 2022 – é um sinal preocupante para o governo.
Para reverter esse cenário, Dirceu defendeu uma mudança na comunicação com a sociedade e uma revisão na articulação política com o Congresso e na gestão do Orçamento. Ele argumentou que, sem um planejamento estratégico robusto, o Brasil seguirá vulnerável às oscilações do cenário global e poderá perder oportunidades de crescimento e fortalecimento internacional.
O Grêmio sofreu derrota por 4 a 2 diante do Cruzeiro e, ainda, um ex-volante foi internado em estado grave após infarto.
Após ser eliminado na semifinal da Libertadores, o Palmeiras usou as redes sociais para provocar o Flamengo, lembrando a vitória de 2021 e desejando bons ventos para a final contra o Estudiantes.
A pesquisa Real Time Big Data indica 52% de intenção de voto para Flávio Bolsonaro e 48% para Lula, com margem de erro de 2 pontos.
