Piada internacional: Lula diz na Coreia que Brasil é “mestre” em combater o crime e quer dar aula para Trump

Enquanto facções dominam territórios brasileiros, petista afirma em Seul que gestão é referência em segurança e planeja encontro com Trump.
Presidente Lula faz sinal de positivo com o polegar; imagem ilustra a crítica sobre sua declaração de 'expertise' em segurança pública feita na Coreia do Sul.

O presidente Lula resolveu levar o “contos de fadas” do governo para o outro lado do mundo. Em Seul, na Coreia do Sul, o petista afirmou nesta segunda (23) que o Brasil possui uma “expertise” invejável no combate ao crime organizado e ao narcotráfico. É isso mesmo que você leu: o chefe de um dos países mais violentos do mundo quer exportar “receita de bolo” sobre como prender bandido.

Enquanto capitais como Salvador e Rio de Janeiro sangram sob o domínio de facções, e o cidadão comum tem medo de tirar o celular do bolso, Lula viaja com o nosso dinheiro para dizer que a sua gestão é referência em inteligência policial.

A audácia não tem limites: Alvo é Donald Trump

Não satisfeito em contar vantagem na Ásia, Lula já marcou data para tentar convencer o mundo da sua “autoridade” no assunto. Em março, ele quer desembarcar nos Estados Unidos para se encontrar com Donald Trump e, pasmem, oferecer ajuda para combater o tráfico de armas e drogas.

O plano surreal de Lula para março:

  • Levar uma comitiva da PF e da Receita Federal para Washington.
  • Tentar “ensinar” aos americanos como rastrear dinheiro do tráfico.
  • Prometer que o Brasil será o “parceiro de primeira hora” de Trump na segurança.

Expertise em quê, afinal?

A pergunta que não quer calar: que “expertise” é essa que Lula quer vender?

  1. Expertise em deixar as fronteiras abertas? Onde fuzis e cocaína entram como se não houvesse amanhã.
  2. Expertise em perder o controle das cidades? Onde quem manda no comércio e no transporte muitas vezes é o crime organizado.
  3. Expertise em bater recordes de homicídios? Enquanto o petista discursa em hotéis de luxo, o brasileiro conta corpos.

Falar em “expertismo” (termo que ele quase usou) ou “expertise” em segurança pública quando o governo não consegue garantir a paz nem dentro dos presídios é, no mínimo, uma ofensa ao povo brasileiro. Lula quer ser o “xerife do mundo” na diplomacia, mas no Brasil real, quem dita a regra é o crime.

Trump que se prepare, porque se depender do “manual de segurança” do PT, o narcotráfico vai é ganhar novos mercados em vez de ser combatido.

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