A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).

Um novo levantamento realizado pelo Paraná Pesquisas revelou um cenário de empate técnico na corrida presidencial entre Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com os resultados divulgados nesta quinta-feira, 28, Bolsonaro leva vantagem com 37,1% das intenções de voto, enquanto Lula segue com 35,3%.
Dado que a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, ambos estão tecnicamente empatados. Além dos dois principais nomes, a pesquisa incluiu outros candidatos como Ciro Gomes (PDT) com 7,5%, Simone Tebet (MDB) com 6,1% e Eduardo Leite (PSDB) com 1,8%. O percentual de votos nulos, brancos e indecisos também foi significativo.
Em um cenário de disputa direta entre Bolsonaro e Lula, a pesquisa mostra uma diferença mínima de 0,1 ponto percentual, com Bolsonaro à frente com 41,7% contra 41,6% de Lula. O estudo explorou ainda outros 14 cenários sem a presença de Bolsonaro, nos quais Lula lidera em todas as possibilidades apresentadas.
Atualmente, Bolsonaro enfrenta uma ineligibilidade de oito anos, imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral devido a uma reunião com embaixadores em julho de 2022, colocando em questão sua capacidade de concorrer nas próximas eleições presidenciais de 2026.
O Paraná Pesquisas entrevistou 2.024 eleitores entre 18 e 22 de março, abrangendo 162 municípios de todos os estados brasileiros e o Distrito Federal. Com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais, a pesquisa possui um nível de confiança de 95%.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).
O Banco Central decidiu abandonar a criação de regras específicas para o Pix Parcelado e proibiu o uso desse nome pelas instituições financeiras, embora expressões semelhantes continuem permitidas.
Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e decidiu que somente a Procuradoria-Geral da República (PGR) pode abrir um processo de impeachment contra ministros do Supremo.
