Aldo Rebelo e Roberto Mangabeira Unger, ex‑ministros dos governos Lula e Dilma, declararam apoio a Flávio Bolsonaro para o segundo turno das eleições de 2026.

Com informações Hora Brasília
O Ministério da Igualdade Racial, chefiado por Anielle Franco, alocou quase metade de sua verba discricionária de 2023, cerca de R$ 6,1 milhões, para custear viagens de assessores e dirigentes. R$ 1,78 milhão desse montante é designado para viagens internacionais, segundo publicação do jornal Estadão.
Esse comprometimento orçamentário foi revelado após polêmica envolvendo a ministra Anielle, que utilizou um voo da FAB para assistir à final da Copa do Brasil em São Paulo. Durante a visita, ela firmou um “protocolo de intenções” contra o racismo no esporte.
Além disso, a chefe da Assessoria Especial do ministério, Marcelle Decothé, foi recentemente demitida após postar comentários racialmente ofensivos no Instagram. Durante seu mandato, Decothé realizou 19 viagens, acumulando gastos de R$ 130,5 mil em diárias e passagens.
De acordo com o Estadão, com base no sistema Siga Brasil do Senado Federal, o orçamento formal do ministério para 2023 é de R$ 109,9 milhões, dos quais apenas R$ 20,8 milhões foram reservados até o momento. Grande parte dos gastos está relacionada à operação diária do ministério, como aquisição de equipamentos e manutenção de instalações.
Aldo Rebelo e Roberto Mangabeira Unger, ex‑ministros dos governos Lula e Dilma, declararam apoio a Flávio Bolsonaro para o segundo turno das eleições de 2026.
Eleitores de todo o Brasil retornam às urnas neste domingo (25) para o segundo turno das eleições de 2026. Saiba quais documentos são aceitos, como consultar a seção e o que é proibido levar à cabine.
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada neste sábado (24) indica que Flávio Bolsonaro lidera o segundo turno com 50,8% dos votos válidos, frente a 49,2% de Lula.
