
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Porto Alegre confirmou, nesta terça-feira (17), o primeiro caso de Mpox registrado na capital em 2026. O paciente é um morador da cidade que, segundo a Vigilância Epidemiológica, contraiu a infecção fora do Rio Grande do Sul. A confirmação ocorre em meio às celebrações de Carnaval, o que levou as autoridades a intensificarem as orientações preventivas para evitar a propagação do vírus durante as aglomerações.
No ano de 2025, Porto Alegre contabilizou 11 casos da doença. Embora o cenário atual não indique um surto, a prefeitura alerta que o período de festas exige atenção redobrada devido ao contato físico próximo e prolongado.
A Mpox é transmitida principalmente pelo contato direto com lesões de pele, secreções respiratórias ou saliva de uma pessoa infectada. O período de incubação — tempo entre o contato e o surgimento dos sintomas — varia de 3 a 21 dias.
Os principais sintomas que podem anteceder as feridas incluem:
Para reduzir os riscos durante os blocos e festas, a Vigilância Epidemiológica recomenda:
A OMS lançou diretrizes sobre o uso dos medicamentos a base de GLP-1, conhecidos pelos nomes comerciais Ozempic, Wegovy ou Mounjaro.
