
O Carnaval de 2026 registrou uma cena que o Palácio do Planalto gostaria de apagar: a “Dubai Brasileira”, Balneário Camboriú, parou para entoar um coro uníssono contra o presidente Lula. A praia, tomada por uma multidão que desfruta de um dos maiores IDHs do país, rugiu o já famoso “Ei, Lula, vai tomar no…”. Relatos indicam que a adesão foi praticamente total em toda a extensão da faixa de areia.
Esse episódio não é apenas um protesto festivo; é a representação geográfica da resistência ao projeto petista. A disparidade entre o tratamento recebido por Lula no Sul e o que ocorre no Nordeste, especialmente na Bahia, revela uma lógica perversa: o PT precisa da carência para sobreviver.
Na Bahia, o cenário é de estagnação. Sob décadas de domínio petista, o estado amarga resultados desastrosos que facilitam o controle político:
[Image comparing HDI levels and political approval ratings in Brazil]
Já em Balneário Camboriú, o motor é o trabalho e o mérito. O estado de Santa Catarina lidera em índices de segurança e educação, e o resultado é uma população independente.
