O “TODES” CHEGOU AO GOVERNO: Manual de linguagem neutra vira prioridade em Brasília enquanto a economia derrete

Prioridades invertidas: Enquanto o brasileiro sofre com a inflação, o Ministério da Gestão gasta tempo e dinheiro público produzindo cartilha de "linguagem inclusiva".

BRASÍLIA – O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos acaba de lançar uma nova diretriz que está causando revolta entre os servidores e o público conservador. Trata-se do Manual de Linguagem Neutra e Inclusiva, que “recomenda” o uso de termos neutros em todos os documentos oficiais da máquina pública federal.

A “Lacração” Oficial

O manual sugere que os servidores abandonem o uso do masculino genérico (como “todos”) em favor de termos como “todas as pessoas” ou, em casos específicos, termos terminados em “e”. É a oficialização da ideologia de gênero dentro do funcionalismo público, paga com o seu imposto.

Enquanto o país discute o rombo bilionário nas contas públicas e a necessidade de reformas urgentes, o governo parece mais preocupado em garantir que um memorando interno não “ofenda” ninguém com o uso correto da língua portuguesa.

Ideologia acima da Eficiência

Para o eleitor conservador, essa medida é uma clara demonstração de prioridades invertidas. Em vez de focar na eficiência administrativa e na redução de gastos, o governo gasta recursos produzindo cartilhas ideológicas que não resolvem a falta de médicos, a insegurança ou a crise na educação.

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