
De acordo com dados da nova pesquisa Quaest 2026, divulgada neste mês, pela primeira vez na série histórica recente, Lula perdeu a liderança de aprovação no eleitorado feminino. Em novembro de 2025, o petista chegou a confortáveis 51% de apoio entre as mulheres; hoje, esse número derreteu para 46%, sendo superado pela desaprovação, que saltou para 48%.

Essa inversão de curva no segmento feminino é o sintoma mais agudo de um governo que parece ter perdido a capacidade de dialogar com as demandas reais das famílias brasileiras. Se antes o discurso social servia de escudo, a realidade inflacionária que destrói o poder de consumo, os recordes nos índices de feminicídio e as falas machistas do presidente, derrubaram o otimismo feminino.
O Brasil registrou um recorde histórico de feminicídios em 2025, com dados indicando uma média de quatro mulheres assassinadas por dia, totalizando cerca de 1.470 casos. Um recorde dos últimos 10 anos. O número supera a marca de 2024, que anteriormente era o maior número da série histórica com 1.459 casos.

Se entre as mulheres a situação é de alerta, entre os homens o cenário é ainda pior. A desaprovação masculina atingiu o pico de 55% em março de 2026, enquanto a aprovação definha em modestos 41%. A distância de 14 pontos percentuais entre quem rejeita e quem apoia o governo mostra que, para mais da metade da população masculina, a gestão atual não entrega o que prometeu.
O recado das urnas imaginárias de março é claro: se as eleições fossem hoje, as mulheres sendo maioria na população brasileira, Lula, jamais se reelegeria.
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