A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).

Uma pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, divulgada nesta quarta-feira (28), indica um elevado grau de insatisfação dos eleitores do Rio de Janeiro com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o levantamento, 59,9% dos entrevistados desaprovam a gestão atual, enquanto apenas 37,3% aprovam. O estudo ouviu 1.680 eleitores em diferentes regiões fluminenses, com margem de erro de 2,4 pontos percentuais.
Em relação à avaliação da administração federal, apenas 23,3% classificam o governo como ótimo ou bom, ao passo que 50,5% o consideram ruim ou péssimo. Outros 24,5% avaliam a gestão como regular, sugerindo que mais da metade da população fluminense já formou uma opinião negativa sobre o terceiro mandato de Lula.
A pesquisa também avaliou cenários para as eleições presidenciais de 2026. O ex-presidente Jair Bolsonaro aparece na liderança tanto nas perguntas estimuladas quanto espontâneas, confirmando sua força eleitoral no estado. Mesmo fora do cargo e sob investigação, Bolsonaro mantém alta popularidade entre os fluminenses, superando com folga os demais nomes testados.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também foram incluídos no levantamento. Tarcísio é o único nome da direita que, segundo os dados, ficaria atrás de Lula nas intenções de voto no estado.
A divulgação da pesquisa ocorre em um momento delicado para o Palácio do Planalto, que tenta conter desgastes econômicos e rearticular sua base política.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).
O Banco Central decidiu abandonar a criação de regras específicas para o Pix Parcelado e proibiu o uso desse nome pelas instituições financeiras, embora expressões semelhantes continuem permitidas.
Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e decidiu que somente a Procuradoria-Geral da República (PGR) pode abrir um processo de impeachment contra ministros do Supremo.
