O governo norte-americano retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky.

O Ministério da Saúde da Argentina anunciou nesta segunda-feira (26) uma revisão ampla de suas políticas de saúde pública, após a visita do secretário de Saúde dos EUA, Robert Kennedy Jr., e reafirmou sua decisão de se retirar da Organização Mundial da Saúde. Em fevereiro de 2025, após a saída dos Estados Unidos, a Argentina declarou que iria se retirar da OMS.
O governo afirma que o objetivo é migrar de um modelo voltado ao tratamento de doenças para um sistema focado na prevenção e em evidências científicas. Entre as principais medidas, estão a reestruturação dos órgãos nacionais de saúde e a exigência de estudos clínicos com grupo placebo para vacinas. O governo argentino citou como exemplo a vacina contra a COVID-19, aprovada em caráter excepcional.
No comunicado, o país critica a OMS, alegando que suas diretrizes não são baseadas em ciência, mas em interesses políticos e burocráticos. As mudanças também buscam reforçar a segurança dos pacientes e a sustentabilidade do sistema de saúde.
O governo norte-americano retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky.
O vereador Carlos Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, anunciou nesta quinta-feira (11) que renunciará ao mandato na Câmara Municipal do Rio e se mudará para Santa Catarina, onde articula uma candidatura ao Senado em 2026.
Na madrugada desta quinta-feira (11), a Câmara dos Deputados decidiu manter o mandato de Carla Zambelli (PL).
