CERCO TOTAL: Trump prepara cerco total contra o Irã e ameaça envio de mais um porta-aviões

O recado de Washington é claro: a paciência com o regime dos aiatolás acabou. Com um grupo de ataque já na região, o presidente americano sinaliza ação militar imediata caso Teerã não abandone suas ambições nucleares.

O presidente Donald Trump subiu o tom e enviou um ultimato definitivo ao regime islâmico do Irã. Em declarações nesta terça-feira (10), o republicano afirmou que está pronto para mobilizar um segundo grupo de ataque de porta-aviões para o Oriente Médio, consolidando um cerco militar sem precedentes para forçar Teerã a capitular em suas negociações nucleares.

O posicionamento de Trump é direto e não deixa margem para interpretações ambíguas: “Ou chegamos a um acordo, ou teremos de fazer algo muito duro”, disparou o presidente em entrevista ao Canal 12 de Israel e ao site Axios.

O Tabuleiro de Guerra

Atualmente, o USS Abraham Lincoln já opera no Mar da Arábia, onde seus caças F-35 já mostraram serviço ao abater um drone iraniano que tentou testar a vigilância americana. Agora, Trump estuda mover o USS George H. W. Bush (atualmente no Atlântico) ou o USS George Washington (no Pacífico) para fechar os flancos sul e oeste do Irã. Ambos os navios estão a apenas uma semana de posição de ataque.

Diferente da gestão anterior, que apostava em diálogos infrutíferos enquanto o urânio era enriquecido, Trump utiliza a força como principal ferramenta diplomática. Vale lembrar que em 2025, após 12 dias de conflito aéreo, o presidente ordenou o bombardeio direto de instalações nucleares iranianas, o que forçou o cessar-fogo atual.

Alinhamento com Israel e a Ameaça de Netanyahu

Nesta quarta-feira (11), Trump recebe na Casa Branca o seu maior aliado na região, o primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu. O encontro deve selar uma estratégia conjunta que vai além do programa nuclear: o foco agora é também o arsenal de mísseis balísticos de Teerã.

Netanyahu tem sido enfático: Israel não aceitará um Irã nuclear sob hipótese alguma. Segundo fontes do Estado Judeu, caso as negociações lideradas pelos EUA não garantam a neutralização completa da ameaça incluindo os mísseis Israel está pronto para agir militarmente de forma independente.

A Economia do Conflito

O mercado global já sente o peso da mão firme de Trump. O preço do barril de petróleo Brent saltou da casa dos US$ 60 para quase US$ 70 nos últimos dias, refletindo o temor de que as rotas de escoamento no Oriente Médio sejam afetadas por um eventual confronto.

Para os defensores da liberdade e da ordem mundial, o cerco de Trump é visto como o único caminho para impedir que uma teocracia radical se torne a décima potência nuclear do mundo. Enquanto o Irã tenta ganhar tempo com conversas indiretas em Omã, os porta-aviões americanos seguem manobrando, prontos para transformar o aviso em ação.

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