A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).

Durante a sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS na última segunda-feira (1º), a senadora Leila Barros (PDT-DF) e a deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT) se envolveram em uma discussão que precisou ser contida por colegas.
O confronto começou após a aprovação de requerimentos solicitando prisão preventiva para 21 suspeitos ligados a um esquema investigado pela comissão. Nas imagens da sessão, Leila Barros afirma “votamos”, e a deputada bolsonarista responde, com a tensão aumentando até que ambas ficaram frente a frente discutindo.
O presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), interveio para acalmar os ânimos e pediu que as parlamentares retornassem aos seus lugares. “Não vamos suspender, estamos entre parlamentares, há um decoro”, declarou Viana, recusando-se a interromper a sessão.
Após a intervenção, a sessão seguiu normalmente, com a comissão dando continuidade aos trabalhos.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).
O Banco Central decidiu abandonar a criação de regras específicas para o Pix Parcelado e proibiu o uso desse nome pelas instituições financeiras, embora expressões semelhantes continuem permitidas.
Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e decidiu que somente a Procuradoria-Geral da República (PGR) pode abrir um processo de impeachment contra ministros do Supremo.
