
Com informações Metro 1
A Eletrobras emitiu uma nota, nesta segunda-feira (8), na qual declarou que a mobilização feita pela Advocacia-Geral da União (AGU), para barrar pontos da privatização da companhia, contradiz as condições legais e econômicas que antes foram utilizadas para fundamentar o processo de destatização da empresa.
A ação em questão foi feita pela AGU na última sexta-feira (5), quando solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a União tenha direito de voto proporcional a sua participação societária da Eletrobras. A ação foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No documento divulgado pela Eletrobras, a companhia disse que, se a ação for aceita pela Corte, a União deve recuperar “a preponderância nas deliberações da assembleia geral [da empresa]”.
“[A ação] contraria as premissas legais e econômicas que embasaram as decisões de investimento do mercado – inclusive os milhares de trabalhadores titulares de contas do FGTS -, a partir de modelagem desenvolvida pela própria União”, afirmou a Eletrobras, que até o final do ano passado era uma estatal.
