A discussão sobre o GRANITE Act, proposta legislativa que nasceu em Wyoming e já é tratada como potencial projeto federal nos Estados Unidos, acendeu um alerta em Brasília.

O Reino Unido e outros 24 países enviaram uma carta conjunta a Israel exigindo o encerramento imediato da ofensiva na Faixa de Gaza. O documento, enviado nesta segunda-feira (21), assinado por nações como França, Alemanha, Japão, Canadá, Austrália, Itália, Suécia, Noruega, Espanha e Portugal, condena a forma como Tel Aviv distribui ajuda humanitária e aponta falhas graves no processo.
“A guerra em Gaza deve acabar agora. O sofrimento dos civis atingiu novos patamares”, afirma o texto. Os governos alertam que o sistema israelense de entrega de alimentos “é perigoso, alimenta a instabilidade e priva os moradores de Gaza de sua dignidade humana”. Mais de 800 palestinos teriam morrido ao tentar acessar comida e água.
“É horrível que mais de 800 palestinos tenham sido mortos enquanto buscavam água e alimentos”, acrescenta o documento, que também denuncia as limitações impostas por Israel à entrada de insumos essenciais, dificultando o socorro aos civis.
A assistência atualmente é gerida pela Fundação Humanitária de Gaza (GHF), operada por empresas privadas americanas, após o bloqueio total imposto por Israel. O governo israelense rebateu a carta por meio do porta-voz Oren Marmorstein, que classificou o conteúdo como “desconectado da realidade”.“Todas as reivindicações devem ser dirigidas ao Hamas, o único responsável pela continuação da guerra. Israel já aceitou um acordo de cessar-fogo. O Hamas é quem se recusa a aceitar”, disse.
A discussão sobre o GRANITE Act, proposta legislativa que nasceu em Wyoming e já é tratada como potencial projeto federal nos Estados Unidos, acendeu um alerta em Brasília.
A Paramount apresentou uma oferta à vista de US$ 108,4 bilhões para comprar integralmente a Warner Bros. Discovery, superior ao acordo anunciado dias antes entre a empresa e a Netflix.
O presidente americano Donald Trump determinou que o Departamento de Justiça e a Comissão Federal de Comércio investiguem a cadeia de suprimentos de alimentos nos Estados Unidos
