
O que deveria ser uma trincheira de defesa das mulheres que enfrentam os desafios biológicos e sociais do sexo feminino acaba de se tornar o mais novo laboratório de engenharia social da esquerda. Em um acordo político que ignora a realidade biológica, a deputada transexual Erika Hilton (PSOL-SP) foi indicada para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados em 2026.
A escolha gera um questionamento profundo: como um espaço criado especificamente para proteger e promover quem nasceu mulher pode ser liderado por alguém que não compartilha da mesma vivência biológica? Para muitos críticos e parlamentares conservadores, a indicação é o ápice do “apagamento das mulheres de fato” em prol de uma agenda identitária agressiva.
Erika Hilton já deixou claro que sua gestão não terá como foco as pautas tradicionais do universo feminino, como a saúde materna, o apoio à amamentação ou o combate ao câncer de mama de forma centralizada. A prioridade anunciada é o “transfeminicídio” e a expansão das políticas de gênero.
Essa mudança de foco sugere que as demandas das mulheres biológicas — que são a maioria da população e as que de fato sofrem com as desigualdades ligadas ao sexo — serão colocadas em segundo plano para dar lugar a uma militância que prioriza a autodeclaração sobre a natureza.
A indicação de Hilton é vista por movimentos de defesa da mulher biológica como uma “usurpação de espaço”. O argumento é direto: se um homem que se identifica como mulher pode ocupar a presidência da Comissão da Mulher, o próprio conceito de “espaço feminino” deixa de existir.
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