A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).

Uma declaração do presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto tomou os brasileiros de surpresa e tem movimentado o mercado nacional. O gestor da instituição financeira afirmou que “a agenda de inovação do Banco Central está mais lenta, por falta de investimento, com risco de impacto nas operações do Pix”, ou seja, representando uma ameaça à continuidade do Pix.
Em função disso, Campos Neto defende a relevância e urgência da aprovação da PEC da autonomia do BC. A notícia consta da reportagem do InfoMoney. “O orçamento foi sendo cortado, cortado e cortado”, o orçamento de investimento da autarquia esse ano é de R$ 15 milhões, um quinto do que era há cinco anos. Chega uma hora que a gente fala: como vamos conseguir fazer rodar o Pix?“, ressaltou o gestor monetário, em entrevista à imprensa, nessa segunda-feira (22).
Ainda segundo a reportagem, Campos Neto declarou que a maior autoridade monetária do Brasil precisa ter autonomia e ser modernizada e, por esse motivo, “tem defendido tanto esse tema da PEC 65”, reiterando que essa PEC não é um projeto dele e que a autonomia só começaria a valer em 2025, quando não será mais presidente do BC. “Acredito que vai atingir em algum momento maturidade para aprovar”, disse.
Com informações BNews
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).
O Banco Central decidiu abandonar a criação de regras específicas para o Pix Parcelado e proibiu o uso desse nome pelas instituições financeiras, embora expressões semelhantes continuem permitidas.
Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e decidiu que somente a Procuradoria-Geral da República (PGR) pode abrir um processo de impeachment contra ministros do Supremo.
