Nos últimos 40 anos, a Amazônia perdeu 52 milhões de hectares de vegetação nativa, o que equivale a 13% do território do bioma, segundo dados do Mapbiomas.
Nos últimos 40 anos, a Amazônia perdeu 52 milhões de hectares de vegetação nativa, o que equivale a 13% do território do bioma, segundo dados do Mapbiomas.
Um estudo liderado por cientistas da Universidade de São Paulo (USP) revelou que o desmatamento da Amazônia brasileira é responsável por 74,5% da redução das chuvas e por 16,5% do aumento da temperatura durante a estação seca.
Em mais um movimento que escancara as contradições da política ambiental brasileira, o governo Lula leiloou nesta quarta-feira (21) cerca de 453 mil hectares da Floresta Nacional de Jatuarana, localizada em Apuí (AM), para exploração privada.
O mais recente monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revela uma contradição gritante na gestão ambiental brasileira.
Apesar do discurso internacional e das promessas ambiciosas, os alertas de desmatamento na Amazônia dispararam em abril de 2025, registrando um aumento expressivo de 55% em comparação com o mesmo mês de 2024.
A degradação florestal na Amazônia atingiu níveis históricos nos últimos dois anos, revelando uma deterioração acelerada do bioma que desafia os compromissos ambientais do Brasil.
O Cerrado, segundo maior bioma do Brasil, registrou índices de desmatamento mais altos nos dois primeiros anos do governo Lula (PT) do que no início da gestão Jair Bolsonaro (PL).
Amazônia perdeu 3,6% da superfície de água em relação à extensão média de água no bioma apenas em 2024.
O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma solicitação para autorizar o confisco de propriedades rurais onde for flagrado desmatamento ilegal.
O desmatamento na Amazônia Legal disparou 68% em janeiro de 2025 na comparação com o mesmo período do ano anterior, atingindo 133 km² de área destruída.
