O GOVERNADOR DA FOLIA: Enquanto a Bahia sangra, Jerônimo anuncia milhões para o Carnaval e culpa “escravidão” pela violência

Nos últimos três dias, o chefe do executivo baiano mostrou suas prioridades: R$ 110 milhões para a segurança da "festa", discurso de vitimismo histórico na Assembleia e silêncio obsequioso diante das heresias de Lula.

Quem esperava uma postura de estadista de Jerônimo Rodrigues (PT) após a trágica execução de um Cabo da PM nesta semana, se deparou com um governador em ritmo de festa e ideologia. Um levantamento das declarações e agendas do governador entre os dias 4 e 7 de fevereiro revela um gestor desconectado da realidade conservadora da família baiana.

1. A Prioridade é a Festa: “Folia e Paz” com Dinheiro Público

Na última quarta e quinta-feira (05), enquanto o policiamento ostensivo caçava os assassinos de policiais, Jerônimo reuniu a imprensa não para anunciar blindados ou armamento pesado, mas para lançar o Carnaval da Bahia 2026.

  • A cifra: O governador anunciou um investimento de R$ 110 milhões apenas na segurança da festa.
  • O foco “Woke”: Em vez de ordem pública, o foco do discurso foi a agenda progressista. Jerônimo destacou ações de “combate à intolerância religiosa”, “proteção de minorias” e projetos assistencialistas como o “Cuidar de Quem Cuida”, transformando a operação policial em uma grande ação social do Estado-Babá.
  • A Crítica: Para o conservador, segurança é dever do estado o ano todo, não apenas para garantir a diversão de turistas no verão. O dinheiro que sobra para o Carnaval é o mesmo que falta para reformar batalhões no interior.

2. Vitimismo Histórico: A Culpa é de Cabral?

Em seu discurso de abertura dos trabalhos na Assembleia Legislativa (ALBA), repercutido ao longo desta semana, Jerônimo Rodrigues apelou para a velha muleta ideológica da esquerda para justificar o fracasso da segurança e da educação na Bahia após 20 anos de PT.

“Nosso objetivo é combater desigualdades históricas que a Bahia herdou de um passado marcado pela escravidão e por estruturas oligárquicas.”Jerônimo Rodrigues, na ALBA.

Ao culpar a “escravidão” e as “oligarquias” do passado pelos índices de violência de 2026, Jerônimo se isenta de responsabilidade. Para a direita, crime se combate com lei e punição agora; para Jerônimo, o criminoso é uma “vítima histórica” que precisa de reparação, não de cadeia.

3. “Direitos Humanos” acima da Ordem

Ainda na mesma semana, ao comentar as diretrizes de sua gestão, o governador reforçou que “segurança pública e direitos humanos são faces indissociáveis da mesma moeda”.

Na prática, essa fala é a senha para o “freio de mão puxado” nas operações policiais. Enquanto a tropa quer agir com rigor contra o tráfico, o governador impõe a cartilha dos Direitos Humanos que, frequentemente, serve de escudo para bandidos e de mordaça para policiais.

4. Cúmplice do “Inferno”

Por fim, na sexta-feira (06), Jerônimo esteve ao lado de Lula e aplaudiu sorrindo quando o presidente disse que “prefere o inferno” ao céu e chamou o povo faminto de “palhaço”. O silêncio do governador — que se diz católico — diante da afronta à fé cristã mostra que, para ele, a lealdade ao Partido dos Trabalhadores está acima dos princípios religiosos e morais do povo baiano.

Os últimos dias provaram que Jerônimo Rodrigues governa para a militância e para a folia.

  • Se você é policial, recebeu discurso de “direitos humanos”.
  • Se você é conservador, ouviu que a culpa da violência é da “história”.
  • Se você é folião, recebeu R$ 110 milhões em segurança VIP.

A Bahia de Jerônimo é um grande bloco de Carnaval: muita festa, muito discurso bonito e nenhuma segurança para quem volta para casa depois que a música para.

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