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A Polícia Federal cumpriu, nesta quarta-feira (28 de outubro de 2026), os mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ), marcando mais um capítulo nas buscas Flávio Bolsonaro que investigam seu suposto envolvimento em lavagem de dinheiro.
A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que atua como relator do inquérito que apura o envolvimento de Flávio Bolsonaro em suposta lavagem de dinheiro. O aval da Procuradoria‑Geral da República também foi imprescindível para que a Polícia Federal (PF) pudesse executar os mandados de busca e apreensão nos imóveis apontados como relevantes para a investigação.
De acordo com as informações divulgadas pelos veículos Poder360, Metrópoles e g1, a operação foi deflagrada na quarta‑feira (28/10). Na mesma data, o senador Flávio Bolsonaro deixou o Brasil na terça‑feira (27/10) após receber ordem para entregar seus passaportes, medida que já havia sido comunicada pelas autoridades. A ação da PF ocorreu enquanto o parlamentar permanecia fora do território nacional.
A presença da PF nos endereços vinculados ao senador demonstra a continuidade da investigação conduzida pelo STF, que tem mantido o foco em possíveis práticas de lavagem de dinheiro envolvendo membros da família Bolsonaro. Embora ainda não haja divulgação de resultados concretos das buscas, a operação já gera repercussão no cenário político, sobretudo entre os partidos que compõem a bancada do PL e seus aliados.
Analistas de política apontam que a execução dos mandados, aliada à saída do senador do país, pode influenciar a dinâmica do Congresso, sobretudo em discussões que envolvem a bancada do PL‑RJ. A medida também coloca em evidência a atuação do STF, representada por Alexandre de Moraes, no combate a supostos crimes financeiros cometidos por figuras públicas. O caso ainda está em fase investigativa, e a PF deverá encaminhar eventuais materiais apreendidos à Procuradoria‑Geral da República para análise.
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