Prefeito petista é acusado de pagar salário abaixo do apontado em contracheque

Servidores da Saúde na gestão Pequeno Sales (PT), dizem que valores recebidos divergem da transparência

Com informações A Tarde

Uma situação que pode se configurar como improbidade administrativa. É o que está acontecendo, de acordo com denúncias de atuais servidores, bem como servidores demitidos da Saúde do município de Catu, centro-norte da Bahia, que alegam terem recebido valores salariais abaixo dos que apontam os contracheques.

“Recebi um valor três vezes menor do que marca no meu contracheque. O mais absurdo é que no Portal da Transparência do município, meu valor aparece ainda mais alto, quase quatro vezes mais”, denuncia uma servidora da Pasta, que não quis se identificar.

Outro grupo, que é o dos demitidos do município, denuncia ainda que após as demissões, o prefeito Pequeno Sales (PT), ainda não teria cumprido o compromisso de realizar o pagamento, os quais teriam direito.

“Vários funcionários foram demitidos e até o momento não recebemos a rescisão, uma vez que a mesma se encontra pronta desde as demissões que começaram em março, porém o prefeito alega que não tem dinheiro para pagar”, disse uma outra funcionária.

Procurado pelos servidores, a alegação de Pequeno Sales teria sido “falta de dinheiro”.

“Em julho, eu e outros colegas que também foram demitidos procuramos o prefeito, que nos disse estar sem dinheiro e que estaria efetuando o pagamento no início deste mês setembro. Estamos sendo passados para trás. O prefeito da nossa cidade só pensa em festas e gastos desnecessários, como a Micareta da cidade que começa ainda esta semana”, afirma.

A reportagem procurou a Secretaria de Saúde do município, porém, não recebemos respostas sobre os questionamentos.

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