O governo norte-americano retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, conversou por telefone, nesta quinta-feira (11), com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e reiterou que o líder venezuelano pode contar com o respaldo de Moscou diante do aumento das tensões com os Estados Unidos, segundo informou o Kremlin.
De acordo com comunicado divulgado por agências de notícias russas, além de abordarem o agravamento das pressões externas contra o governo venezuelano, Putin e Maduro manifestaram interesse em avançar no acordo de parceria estratégica e dar continuidade a diversos projetos conjuntos nas áreas econômica e energética.
A manifestação russa não é isolada: desde que o presidente americano, Donald Trump, intensificou sua ofensiva contra Maduro, acusado por Washington de comandar um cartel de drogas, Moscou tem reforçado publicamente sua aliança com Caracas.
No dia 7 de novembro, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, afirmou que o país estava disposto a responder a eventuais pedidos de apoio da Venezuela.
Já em 30 de novembro, o senador republicano Markwayne Mullin declarou que Maduro chegou a receber a proposta de “ir para a Rússia” ou outro país durante negociações com o governo Trump.
A escalada militar na região também se intensificou. Nesta quarta-feira (10), forças dos Estados Unidos interceptaram e apreenderam um navio petroleiro próximo à costa venezuelana. No dia anterior, dois caças F-18 da Marinha norte-americana sobrevoaram o Golfo da Venezuela, como parte do amplo contingente militar enviado ao Caribe.
O governo norte-americano retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky.
Delegações da Ucrânia e dos Estados Unidos vão se reunir nesta quarta-feira (10) para tratar dos planos de reconstrução e desenvolvimento econômico do país no pós-guerra, anunciou o presidente Volodymyr Zelensky no Telegram.
Em entrevista ao portal americano Politico, na segunda-feira (8), o presidente Donald Trump voltou a sinalizar que pode ampliar as ações militares em curso na América Latina contra alvos supostamente ligados ao narcotráfico.
