Terrorismo sindical: Deputada conservadora com bebê nos braços é ameaçada por sindicalistas na Alesc

A deputada Ana Campagnolo foi trabalhar nessa terça-feira (19) acompanhada das duas filhas, mas foi insultada e ameaçada por militantes
Catarina, 4 anos, e Joana, de 13 dias, acompanham a mãe no trabalho. Foto: Vicente Schmitt / Agência AL

Nesta terça-feira (19), a deputada estadual Ana Campagnolo (PL) foi insultada e ameaçada por sindicalistas que estavam na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) enquanto deixava o plenário acompanhada de suas duas filhas: Catarina, de 4 anos, e Joana, de apenas 13 dias.

A parlamentar publicou um vídeo com parte dos ataques dos militantes que estavam nas galerias da Casa de Leis chamando-a de “fascista”.

“Eles não tiveram sequer o escrúpulo de poupar as crianças de suas manifestações de ódio. O trecho captado neste vídeo não registrou tudo o que foi dito ali”, disse ela.

Em parte do vídeo, os manifestantes chamam pelo Conselho Tutelar pelo fato da deputada estar acompanhada de suas filhas durante o dia de trabalho. Campagnolo tem direito a seis meses de licença maternidade, mas renunciou ao direito para continuar seu mandato e defender pautas que estão tramitando na Alesc.

“Para aqueles que estão comentando que as minhas meninas deveriam estar na escola e não deveriam estar comigo, saibam que, essas criaturas odiosas e sem escrúpulos xingando, são professores. Quase todos são professores. Nas camisetas deles está estampado que são professores. E ainda tem gente que diz que minhas filhas deveriam estar numa sala com eles? Nem pensar!” – explicou.

Atestado médico que autoriza a deputada a levar a bebê ao trabalho. Imagem: Arquivo pessoal/Ana Campagnolo

DEPUTADA APOIOU MUDANÇA NA PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES
Os servidores sindicalizados estavam na Alesc para acompanhar a votação do Projeto de Lei Complementar (PLC) 31/2023, do Poder Executivo, que faz alterações na previdência dos servidores públicos estaduais.

O texto faz a separação do funcionalismo em dois fundos previdenciários (segregação de massas): um fundo em repartição, destinado aos servidores ativos e inativos, denominado SC Seguro; e outro em capitalização, destinado para os funcionários que ingressarem no serviço público estadual a partir de janeiro de 2024.

Ana Campagnolo e outros deputados governistas votaram a favor do texto que foi aprovado com 27 votos a favor e 11 contra.

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