O governo norte-americano retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky.

Ao encerrar sua viagem ao Oriente Médio nesta sexta-feira (16), Trump admitiu que as negociações comerciais avançam em ritmo lento, diante do interesse de diversos países em firmar um novo acordo com os Estados Unidos.
Assim, Trump disse que daria a outros países mais algumas semanas e, em seguida, o Secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o Secretário de Comércio, Howard Lutnick, simplesmente informariam aos parceiros comerciais dos Estados Unidos quais seriam suas novas tarifas.
“Temos, ao mesmo tempo, 150 países que querem fazer um acordo, mas você não consegue ver tantos países”, disse Trump durante uma mesa redonda de negócios em Abu Dhabi nesta sexta-feira. “Portanto, em um determinado momento, nas próximas duas ou três semanas, acho que Scott e Howard enviarão cartas, essencialmente dizendo às pessoas — seremos muito justos — mas diremos às pessoas o que elas pagarão para fazer negócios nos Estados Unidos”.
Em 9 de abril, Trump suspendeu suas enormes tarifas recíprocas, que ele anunciou no que chamou de “Dia da Liberação”, em 2 de abril. A suspensão deveria ser de 90 dias, para permitir que os países negociassem com o governo.
O governo norte-americano retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, conversou por telefone, nesta quinta-feira (11), com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e reiterou que o líder venezuelano pode contar com o respaldo de Moscou diante do aumento das tensões com os Estados Unidos, segundo informou o Kremlin.
Delegações da Ucrânia e dos Estados Unidos vão se reunir nesta quarta-feira (10) para tratar dos planos de reconstrução e desenvolvimento econômico do país no pós-guerra, anunciou o presidente Volodymyr Zelensky no Telegram.
