O governo norte-americano retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky.

O presidente americano Donald Trump determinou que o Departamento de Justiça e a Comissão Federal de Comércio investiguem a cadeia de suprimentos de alimentos nos Estados Unidos, diante de indícios de possíveis práticas de fixação de preços e outras condutas anticompetitivas que estariam pressionando o valor de itens como carne, sementes e fertilizantes, inclusive por parte de companhias estrangeiras.
A ordem executiva, publicada no sábado, estabelece a criação de uma força-tarefa encarregada de apurar eventuais manipulações no mercado e avaliar se o domínio de setores essenciais por empresas internacionais representa risco à segurança nacional.
A medida vem em meio ao aumento do custo de vida nos EUA, que tem alimentado o descontentamento da população e favorecido vitórias democratas em disputas eleitorais recentes. No mês anterior, Trump já havia determinado uma investigação específica sobre a indústria de processamento de carnes, responsabilizando companhias estrangeiras pela escalada dos preços.
Como parte do esforço para conter pressões inflacionárias, o governo eliminou tarifas adicionais de 40% sobre a carne bovina brasileira e outros produtos agrícolas, como café, banana, tomate e açaí, em 20 de novembro. Os preços da carne nos EUA dispararam em 2025, influenciados tanto pelas tarifas quanto pelo clima mais quente, que levou pecuaristas a reduzir seus rebanhos. Em outubro, outra polêmica movimentou o setor quando a intenção da Casa Branca de adquirir carne argentina irritou produtores americanos.
O governo norte-americano retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, conversou por telefone, nesta quinta-feira (11), com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e reiterou que o líder venezuelano pode contar com o respaldo de Moscou diante do aumento das tensões com os Estados Unidos, segundo informou o Kremlin.
Delegações da Ucrânia e dos Estados Unidos vão se reunir nesta quarta-feira (10) para tratar dos planos de reconstrução e desenvolvimento econômico do país no pós-guerra, anunciou o presidente Volodymyr Zelensky no Telegram.
