O governo norte-americano retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky.

Um vazamento de água ocorrido em 26 de novembro danificou mais de 300 obras da biblioteca de Antiguidades Egípcias do Museu do Louvre, em Paris. Segundo a administração da instituição, o incidente atingiu principalmente revistas de egiptologia e material científico, datados do final do século XIX e início do século XX, utilizados por pesquisadores.
O museu assegura que nenhuma peça patrimonial foi afetada e que, até o momento, não há registros de danos irreversíveis. Os volumes serão secos, enviados para restauração e posteriormente recolocados no acervo.
O vazamento foi identificado por volta das 20h45 e teve origem em uma abertura acidental de válvula, o que resultou na ruptura de um cano localizado no teto de uma das salas da ala Mollien. A rede hidráulica responsável pelo sistema de aquecimento e ventilação encontra-se desativada há meses e deve ser substituída a partir de setembro de 2026, dentro de um amplo cronograma de obras no edifício. Medidas de segurança adicionais serão adotadas até o início da reforma.
O episódio gerou reação de sindicatos, que apontaram deterioração da infraestrutura, falta de planejamento e condições de trabalho comprometidas. Uma assembleia intersindical foi convocada para definir possíveis ações.
Em meio a outros problemas estruturais, e após o furto de joias em outubro, o Louvre também fechou recentemente uma galeria e aprovou aumento de 45% no valor dos ingressos para visitantes de fora da Europa a partir de 2026, com o objetivo de financiar a modernização do museu, que recebeu 8,7 milhões de pessoas em 2024.
O governo norte-americano retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, conversou por telefone, nesta quinta-feira (11), com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e reiterou que o líder venezuelano pode contar com o respaldo de Moscou diante do aumento das tensões com os Estados Unidos, segundo informou o Kremlin.
Delegações da Ucrânia e dos Estados Unidos vão se reunir nesta quarta-feira (10) para tratar dos planos de reconstrução e desenvolvimento econômico do país no pós-guerra, anunciou o presidente Volodymyr Zelensky no Telegram.
