Líder de prefeita do PT na Câmara, sugere, em Indicação, existência de prática de assédio moral e sexual por agentes públicos.

Edivaldo “Palhaço” solicitou formalmente à Prefeitura a criação de um canal oficial para recebimento de denúncias. Contudo, ele sequer compareceu à sessão na casa legislativa
Youtube CMLF

A Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Lauro de Freitas, ocorrida nesta quarta feira (23), foi marcada por uma pauta no mínimo controversa. Uma indicação de autoria do edil  Edivaldo Ferreira da Silva, o Edivaldo “Palhaço”, solicitou a Prefeitura Municipal a criação de um “canal exclusivo para denúncias de assédio moral e sexual praticados por agentes públicos”.

Apesar de não citar nomes, a proposta levantou suspeitas e questionamentos sobre os fatos que a motivaram. Curiosamente, o autor, que é um dos líderes da base de apoio à prefeita Moema Gramacho, não compareceu a sessão. E na sua ausência, a mesa diretora acabou retirando a indicação, com a argumentação de que “poderia haver algum erro no texto do documento”.

O Vereador Loxa Lopes disse que a “acusação é muito grave” e que a Câmara precisaria se debruçar sobre o tema antes de deliberar.

Precedente:

Em fevereiro deste ano, um áudio vazado em redes sociais, mostra o ex-secretário de Políticas Afirmativas do município, Claudio Santos Silva, o Coca Preto, comentando e ensinando a montar um esquema de nomeações para cargos públicos, no intuito de catalogar votos nas eleições para vereador.

Em novembro do ano passado, o mesmo ex-secretario foi flagrado em outro áudio, assediando moralmente uma funcionária. Na conversa, Coca Preto intima a servidora a ir em uma reunião política. Em tom de ameaça, ele deixa claro que em caso de não comparecimento ela poderia ficar de ficar fora da folha de pagamento. “…quando às pessoas ficam fora de folha ou ta precisando a galera corre pra a gente salvar. E a gente ta precisando agora…”.

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