
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, no dia quatro de maio de 2026, a fabricação local da vacina contra a chikungunya do Instituto Butantan, batizada de Butantan-Chik. Dessa forma, a versão feita no Butantan, em São Paulo, do imunizante – desenvolvido em parceria com a farmacêutica franco-austríaca Valneva – liberada para uso no Brasil e incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS). O público-alvo são pessoas de 18 a 59 anos.
A vacina da chikungunya foi aprovada pela Anvisa em abril de 2025, tendo as fábricas da Valneva como locais registrados de produção. Com o novo parecer, o Instituto Butantan passou a ser oficializado como local de fabricação e pôde desenvolver parte do processo produtivo em suas fábricas com a mesma qualidade, segurança e eficácia.
Porém, essa segurança e eficácia não se comprovaram após os diversos casos de reações adversas relatados por milhares de pessoas, além de duas mortes após imunização.
Alexandre Padilha atribui ao governo Bolsonaro um desmonte que não existiu e esquece dos diversos cortes na saúde feitos pela gestão do PT sob o comando de Lula e de Padilha no Ministério da Saúde.
Veja sequencia de cortes na área da saúde:
