O vereador Carlos Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, anunciou nesta quinta-feira (11) que renunciará ao mandato na Câmara Municipal do Rio e se mudará para Santa Catarina, onde articula uma candidatura ao Senado em 2026.

Com informações Metro 1
Nomeada para assumir o Ministério da Cultura no governo Lula, a cantora baiana Margareth Menezes sofre o primeiro baque do modo PT de gestão e não conseguiu emplacar o nome que desejava para a secretaria executiva da pasta. Segundo uma apuração da Folha de S. Paulo, a artista queria ter como braço-direito Zulu Araújo, ex-presidente da Fundação Palmares.
A escolha, porém, foi rejeitada para dar lugar ao secretário nacional de cultura do PT, o historiador Márcio Tavares. Ele teria sido defendido pela mulher do presente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a socióloga Rosângela da Silva, a Janja.
Ex-diretor do Olodum e liderança histórica do movimento negro baiano, Araújo comanda a Fundação Pedro Calmon, vinculada à secretaria de Cultura da Bahia. Em 2007, foi conduzido à presidência da Fundação Palmares pelo então ministro Gilberto Gil.
Segundo a reportagem, apesar da qualificação curricular e preferência pelo amigo, Margareth aceitou o favorito de Janja, a responsável pela defesa de sua indicação como ministra. Zulu Araújo deve ser nomeado para a chefia de gabinete.
O vereador Carlos Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, anunciou nesta quinta-feira (11) que renunciará ao mandato na Câmara Municipal do Rio e se mudará para Santa Catarina, onde articula uma candidatura ao Senado em 2026.
Na madrugada desta quinta-feira (11), a Câmara dos Deputados decidiu manter o mandato de Carla Zambelli (PL).
O Senado pediu nesta quarta-feira (10) que o Supremo Tribunal Federal (STF) suspenda ou revogue a decisão individual do ministro Gilmar Mendes que restringiu a apresentação de pedidos de impeachment contra integrantes da Corte à Procuradoria-Geral da República.
