
A realidade da Bahia em 2026 é um retrato fiel do descaso e da falta de dignidade. Mais da metade da população baiana ainda vive sem acesso à coleta de esgoto. São 58,8% dos lares desassistidos, o que representa mais de 8 milhões de pessoas convivendo diariamente com o esgoto a céu aberto.
Essa carência não é apenas um problema de engenharia; é uma crise humanitária alimentada por duas décadas de uma mesma linha de gestão que falhou em entregar o básico: saúde e higiene para o seu povo.
A falta de saneamento básico transborda para dentro dos hospitais. A Bahia registra, em média, 11 mil internações por ano causadas por doenças de veiculação hídrica, como hepatite, cólera e diarreia severa.
| Indicador de Crise | Impacto Real |
| População sem esgoto | 58,8% (8 milhões de baianos) |
| Internações anuais | 11.000 casos (doenças hídricas) |
| Gasto público com internações | R$ 5 milhões por ano |
| Tempo de gestão do PT | 20 anos de governo ininterrupto |
O impacto financeiro é tão revoltante quanto o humano. Mais de R$ 5 milhões de recursos públicos são drenados todos os anos para tratar internações que jamais ocorreriam se houvesse investimento sério em infraestrutura. É o dinheiro do contribuinte sendo desperdiçado em dor e sofrimento, em vez de ser aplicado na prevenção.
Após duas décadas de governos petistas, a Bahia coleciona índices vergonhosos. Além do saneamento quase inexistente em grande parte do território, o estado amarga posições críticas em educação e segurança pública. O resultado é um ciclo vicioso: a falta de infraestrutura gera doença, a doença impede a produtividade, e a pobreza se consolida como um projeto político, não como um acidente de percurso.
Viver nessa condição humilhante não é o destino do povo baiano, é uma escolha de quem detém o poder. A reconstrução da Bahia exige responsabilidade, compromisso real com a engenharia sanitária e, acima de tudo, o fim de um modelo que prioriza a propaganda em detrimento da dignidade humana.
