A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).

O Pix ganhará novas funcionalidades nos próximos anos. A confirmação foi feita pelo presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, que revelou algumas das mudanças esperadas para a plataforma durante seu mandato, que se estende até 2028.
As informações foram compartilhadas em um evento comemorativo pelos 60 anos do BC, realizado em sua sede em Brasília (DF), com a presença de ex-presidentes, membros da diretoria, funcionários e convidados.
Entre as inovações, além do já lançado Pix por Aproximação, Galípolo destacou o lançamento do Pix Parcelado, que possibilitará o parcelamento de compras com taxas mais acessíveis, e o Pix como Garantia, permitindo que empreendedores usem a chave Pix como garantia.
O BC também pretende aprimorar a segurança da plataforma, rastreando transações para combater fraudes, além de criar o Drex, a versão digital do real.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).
O Banco Central decidiu abandonar a criação de regras específicas para o Pix Parcelado e proibiu o uso desse nome pelas instituições financeiras, embora expressões semelhantes continuem permitidas.
Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e decidiu que somente a Procuradoria-Geral da República (PGR) pode abrir um processo de impeachment contra ministros do Supremo.
