A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).

“Não existe mais jornalismo sério na TV aberta”. A afirmação é do apresentador e Vereador reeleito de Lauro de Freitas, Tenóbio (PL) e refere-se à clara atuação tendenciosa de alguns veículos de imprensa, que influenciou diretamente no resultado das eleições de Camaçari.
Enquanto explodiam, nas redes sociais e veículos independentes, imagens e cenas de violência física, psicológica e política contra os partidários do “time azul” capitaneado pelo candidato Flávio Matos, do união Brasil, apresentadores e programas ditos como jornalísticos camuflavam a realidade e chegavam a inverter a situação com narrativas que colocavam os militantes do Partido dos Trabalhadores como vítimas ao invés de algozes.
Tenóbio destacou um desses personagens da manipulação midiática da esquerda baiana: o apresentador Uziel Bueno, que após o resultado do pleito, escancarou sua posição político-ideológica através das redes sociais declarando seu apoio ao candidato petista. Este mesmo “profissional de imprensa”, escondeu o fato de que os eleitores de Flávio matos foram agredidos, coagidos e violentados inclusive por policiais comandados pelo governador Jerônimo Rodrigues, também do PT.
Tenóbio ressaltou ainda que ficou claro o aparelhamento do Estado no processo eleitoral em favor do candidato do governador e do presidente da república. “A polícia militar foi usada por Jerônimo Rodrigues claramente para favorecer o candidato do PT, Caetano” afirmou o edil.
Confira o vídeo:
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).
Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e decidiu que somente a Procuradoria-Geral da República (PGR) pode abrir um processo de impeachment contra ministros do Supremo.
A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) rejeitou, nesta quinta-feira (4), por 19 votos a 11, a convocação do advogado-geral da União, Jorge Messias.
