O Brasil caiu da 10ª para a 11ª posição no ranking das maiores economias do mundo medido pelo PIB em dólares, segundo a Austin Rating.

Com informações Metro 1
A crescente incerteza em torno da meta fiscal aumentou a insegurança dos investidores no Brasil, segundo a ata divulgada pelo Copom (Comitê de Política Monetária) nesta terça-feira (7).
O documento foi publicado em um momento em que se discute o déficit zero no país para 2024. “O comitê vinha avaliando que a incerteza fiscal se detinha sobre a execução das metas que haviam sido apresentadas, mas nota que, no período mais recente, cresceu a incerteza em torno da própria meta estabelecida para o resultado fiscal, o que levou a um aumento do prêmio de risco”, disse o colegiado.
No final de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou durante um café de jornalistas, realizado no Palácio do Planalto, que dificilmente o Brasil iria alcançar a meta fiscal de déficit zero nas contas de 2024
O Copom ainda apontou que irá manter o corte da taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) em 0,5 ponto percentual para as próximas reuniões.
O Brasil caiu da 10ª para a 11ª posição no ranking das maiores economias do mundo medido pelo PIB em dólares, segundo a Austin Rating.
O Banco Central (BC) publicou nesta segunda-feira (10) novas normas para o gerenciamento de riscos em arranjos de pagamento, que envolvem operações com cartões de crédito e débito.
As contas do governo central — que incluem Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social (RGPS) — registraram um déficit primário de R$ 14,49 bilhões em setembro de 2025.
