As contas externas do Brasil registraram déficit de US$ 7,1 bilhões em julho de 2025. O saldo negativo é maior do que o do mesmo mês do ano passado, quando estava em US$ 5,2 bilhões.
As contas externas do Brasil registraram déficit de US$ 7,1 bilhões em julho de 2025. O saldo negativo é maior do que o do mesmo mês do ano passado, quando estava em US$ 5,2 bilhões.
Entram em vigor nesta quarta-feira (6) as tarifas de importação de 50% impostas pelos EUA sobre produtos brasileiros.
O Banco Central (BC) atualizou nesta sexta-feira (25) sua estimativa para a dívida externa brasileira no mês de junho, apontando para marca de US$ 364,272 bilhões no sexto mês de 2025, é o que apontam números do balanço de pagamentos divulgados pela autarquia.
A prévia da inflação para o mês de julho, medida pelo IPCA-15, acelerou para 0,33%, após ter fechado o mês anterior com alta de 0,26%, é o que apontam dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (25).
As vendas de carne bovina do Brasil para os Estados Unidos caíram 61,8% em junho em relação a abril, mês em que as exportações para os americanos bateram recorde.
Um estudo da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) aponta que a imposição de tarifas de 50% pelos Estados Unidos sobre todos os produtos brasileiros pode causar uma perda de até R$ 175 bilhões no PIB do Brasil em 10 anos, o que representa uma retração de 1,49%.
A partir de setembro, o Banco Central lançará o Pix Parcelado, uma nova funcionalidade que permitirá aos consumidores dividir seus pagamentos diretamente no momento da compra.
As estatais federais registraram um déficit de R$ 3,48 bilhões no acumulado de janeiro a maio de 2025, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (30) pelo Banco Central.
O Congresso aprovou medidas que geraram um impacto fiscal de R$ 106 bilhões em 2025, ampliando os gastos públicos e rejeitando propostas de ajuste fiscal do Executivo.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (18) para decidir sobre a taxa Selic, atualmente em 14,75% ao ano, o maior nível em quase 20 anos.
