Em Israel, músico baiano relata momentos de tensão após ataque do Hammas: ‘surpresa e choque’

Grupo islâmico bombardeou território israelense, e o governo de Israel retaliou após declaração de guerra; conflito já contabiliza mais de 450 mortes
Bruno Passy vive na cidade de Ramat Gan, em Israel — Foto: Acervo pessoal

Com informações G1

Após o ataque surpresa do grupo extremista islâmico armado Hamas, que bombardeou Israel neste sábado (7), e teve como resposta a operação ‘Espadas de Ferro’ do governo israelense, onde ao menos 450 pessoas já morreram, o clima é de apreensão entre os brasileiros que vivem na região.

Um músico baiano Bruno Passy, de 35 anos, relatou os momentos de tensão após as primeiras horas de conflito.

“Hoje a situação foi muito delicada. Desde seis e meia da manhã tocaram as sirenes de alerta antimíssil e começou um ataque fortíssimo do Hamas. O sentimento geral que se passa é de surpresa e choque”, disse em entrevista à Rede Bahia.

Bruno vive em Israel há seis anos. Ele mora na cidade de Ramat Gan, próxima a Tel Aviv, onde há registros de edifícios danificados com o ataque do Hamas. O baiano falou sobre a surpresa do ataque ocorrido em dia de feriado. Segundo ele, houve sensação de demora na resposta israelense ao ataque.

“Está todo mundo muito em choque porque ninguém esperava. Primeiro porque hoje é feriado, um feriado religioso, além do fato de ser também sábado. Todo mundo ficou muito chocado com a ação dos terroristas, mas também com a demora do exército e da polícia israelense para a gente poder enfrentar essa situação”, disse.

“Usualmente o sentimento é que no país há muita segurança, por isso, isso deixou todo mundo chocado”.

O baiano relatou as orientações recebidas pelo governo israelense após os ataques recebidos e o começo da ofensiva.

“Atualmente temos a orientação para permanecermos em casa. Alguns serviços não irão funcionar amanhã (segunda-feira), como as escolhas. Trabalhos que não são essenciais não vão operar em determinadas áreas no país”, disse.

Ainda segundo Bruno, as ruas da cidade onde vive estão vazias.

“Não tem ninguém andando nas ruas, que inclusive estão bloqueadas e a gente espera que a situação se resolva o mais breve possível”, contou.

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