
O governo dos Estados Unidos anunciou uma nova e contundente rodada de sanções financeiras mirando o Primeiro Comando da Capital (PCC). A medida atinge diretamente dois cidadãos brasileiros, três empresas sediadas no Brasil e uma corporação em Portugal. O objetivo da ação é asfixiar economicamente a facção, bloqueando o acesso dos envolvidos ao sistema financeiro internacional e congelando quaisquer bens sob jurisdição americana.
Segundo o Departamento do Tesouro dos EUA, o PCC é atualmente a principal ameaça criminosa do Hemisfério Ocidental. O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) classifica o grupo como a maior organização criminosa transnacional da América Latina, com tentáculos que se estendem para países como Reino Unido, Turquia e Japão. O foco principal da punição atual está no esquema de lavagem de dinheiro oriundo do tráfico de drogas em solo americano, concentrado especialmente no estado da Flórida.
As investigações da força-tarefa americana — que reúne o FBI, o Departamento de Justiça e o Departamento de Segurança Interna — detalharam o papel de cada sancionado:
O Tesouro americano identificou que Shimada utilizava uma rede de empresas para mascarar as transações financeiras do crime organizado. Foram sancionadas:
A partir do anúncio, todos os bens, contas bancárias e interesses imobiliários dos sancionados que estejam nos EUA ou sob o controle de cidadãos americanos estão oficialmente congelados. Além disso, empresas e cidadãos dos EUA ficam terminantemente proibidos de realizar negócios com os citados. Até mesmo bancos estrangeiros que insistirem em manter relações financeiras significativas com esse grupo correm o risco de sofrer sanções secundárias severas.
Esta é a terceira grande ofensiva do OFAC contra o PCC, grupo que entrou na lista de organizações sancionadas por Washington ainda em 2021. Enquanto os EUA fecham o cerco financeiro na Flórida — onde seis membros do braço local do PCC já haviam sido presos —, as investigações seguem em curso no Brasil por meio de um forte regime de cooperação internacional entre as autoridades dos dois países.
O presidente da Câmara Municipal de Lauro de Freitas, vereador João Raimundo Damascena dos Santos, popularmente conhecido como Juca, apresentou seu pedido de renúncia do comando da Mesa Diretora da Casa Legislativa. A decisão foi comunicada por meio de uma carta protocolada e endereçada aos demais integrantes da Mesa. No documento, Juca informa que a […]
