A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).

A Polícia Federal (PF) iniciou nesta terça-feira (27) a 2ª fase da Operação Fantasos, contra o esquema de pirâmide e lavagem de dinheiro por meio de criptoativos, como os Bitcoins. Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais nas cidades fluminenses de Niterói, Petrópolis e Duque de Caxias, além da capital. A Justiça Federal, ao autorizar a operação, também determinou o sequestro de bens e valores que podem chegar a R$ 1,5 bilhão.
Segudo o G1, a PF apontou Douver Torres Braga como o principal articulador de um esquema fraudulento internacional, por meio de uma empresa que arrecadou mais de 295 milhões de dólares entre dezembro de 2016 e maio de 2018, lesando milhares de investidores ao redor do mundo. As investigações contaram com o apoio das agências estadunidenses FBI (Federal Bureau of Investigation), HSI (Homeland Security Investigations) e IRS-CI (Internal Revenue Service Criminal Investigation).
A primeira fase da operação, realizada em 30 de abril deste ano, resultou na apreensão de diversos bens do grupo investigado, incluindo embarcações, veículos de luxo, relógios, joias, dinheiro em espécie e criptomoedas. A ação desta terça-feira tem como objetivos coletar novas provas para reforçar o inquérito, identificar outros envolvidos no esquema criminoso e recuperar ativos adquiridos com recursos ilícitos.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).
O Banco Central decidiu abandonar a criação de regras específicas para o Pix Parcelado e proibiu o uso desse nome pelas instituições financeiras, embora expressões semelhantes continuem permitidas.
Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e decidiu que somente a Procuradoria-Geral da República (PGR) pode abrir um processo de impeachment contra ministros do Supremo.
