
Com informações Hora Brasília
Nas redes sociais, uma crescente pressão recai sobre o procurador Lucas Furtado, do Tribunal de Contas da União (TCU), solicitando que ele atue com imparcialidade. O motivo é que, em maio, durante a perseguição ao ex-presidente Jair Bolsonaro, sua família e seus aliados, Furtado solicitou uma “investigação dos gastos” da então primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Sua solicitação foi baseada em alegações infundadas de “rachadinha”.
Apesar de sua influência e do cargo que ocupa no Palácio do Planalto, a Casa Civil se recusou a fornecer as informações acerca dos gastos da primeira dama de Lula. O órgão do governo federal não cumpriu a Lei de Acesso à Informação, não divulgando sequer as agendas de Janja. A justificativa dada foi que ela “não exerce função pública nem ocupa cargo público”. No entanto, não ficou claro o motivo pelo qual ela possui um gabinete na Alvorada e participa ativamente das decisões governamentais.
Além disso, os gastos de Janja em viagens internacionais também não são informados, sob a justificativa de que “não é possível individualizar os gastos”. As viagens presidenciais são tipicamente marcadas pela generosidade dos anfitriões, e Lula acumulou uma impressionante coleção de 1.150 presentes até agosto deste ano.
Os presentes variam amplamente, incluindo cachaça (obviamente), broches (3), brincos, braceletes (2), colares (12), pulseiras (2) e relógios, provenientes de destinos como Finlândia e Emirados Árabes.
