A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).

A prefeita eleita de Lauro de Freitas, Débora Regis (União Brasil), foi diplomada nesta quarta-feira (18) pela Justiça Eleitoral e destacou o início de uma nova história para o município. Também foram diplomados o vice-prefeito eleito, Mateus Reis (União Brasil), e os vereadores do município vencedores do pleito do último dia 6 de outubro.
“Hoje será o início da nova história para Lauro de Freitas, isso eu posso garantir. Como filha da cidade, não consigo nem explicar o que estou sentindo neste momento. Mas uma coisa eu digo: o povo de Lauro de Freitas voltará a sorrir em breve, tenham plena convicção”, ressaltou a prefeita.
Débora salientou que o cenário no município é bastante desafiador, devido às dívidas e à situação precária dos serviços públicos. “É um cenário muito desafiador, não vai ser fácil. O primeiro ano vai ser muito complicado, até porque, só para vocês terem uma ideia, somente de dívida do INSS, da Receita Federal, tem R$719 milhões em dívidas do município”, contou.
Contudo, a prefeita eleita afirmou que vai arregaçar as mangas e trabalhar para reconstruir a cidade. “É um desafio muito grande. Eu peço à população que tenha paciência durante esse primeiro ano. Mas vamos fazer o que tem que ser feito para a gente dar a resposta positiva ao povo de Lauro de Freitas”, disse.
Débora Regis foi eleita prefeita de Lauro de Freitas com 70.691 votos (59,61% dos votos válidos), sendo a mais votada da história da cidade. Ela foi também a vereadora mais votada da história do município, com 2.803 votos registrados em 2020.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 15h desta sexta-feira (5), em sessão extraordinária, para analisar a decisão que levou à prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).
Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e decidiu que somente a Procuradoria-Geral da República (PGR) pode abrir um processo de impeachment contra ministros do Supremo.
A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) rejeitou, nesta quinta-feira (4), por 19 votos a 11, a convocação do advogado-geral da União, Jorge Messias.
