
O mundo acordou sob a sombra de um conflito de proporções globais neste sábado, 28 de fevereiro de 2026. Em uma ação coordenada e devastadora, as forças militares dos Estados Unidos e de Israel lançaram um ataque massivo contra o Irã, atingindo alvos estratégicos na capital, Teerã, e em diversas outras cidades do país. A ofensiva, batizada pelo Pentágono como “Operação Fúria Épica” (e por Israel como “Rugido do Leão”), marca o maior desdobramento militar na região em décadas.
O presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou o início das “grandes operações de combate” através de um vídeo, classificando o ataque como uma medida preventiva para eliminar ameaças iminentes e impedir que o “regime terrorista dos aiatolás” obtenha armas nucleares.
Os bombardeios atingiram pontos nevrálgicos do poder iraniano. Relatos indicam que mísseis atingiram o Complexo Presidencial e áreas próximas à residência do Líder Supremo, Ali Khamenei, que teria sido transferido para um local seguro e estaria incomunicável.
Entre os principais alvos confirmados estão:
O espaço aéreo iraniano foi fechado imediatamente. Informações preliminares da agência estatal IRNA dão conta da morte de cinco estudantes em uma escola feminina no sul do país, mas o número total de vítimas ainda está sob apuração.
A resposta do regime de Teerã foi imediata. O Irã disparou ondas de mísseis contra Israel e atacou bases militares americanas espalhadas pelo Oriente Médio. Sirenes de alerta soaram em diversas cidades israelenses, enquanto os Emirados Árabes Unidos confirmaram a morte de uma pessoa em Abu Dhabi após interceptarem mísseis iranianos.
Há registros de ataques contra centros de serviço da 5ª Frota dos EUA no Bahrein, e alertas de explosões foram emitidos no Catar, Kuwait e Emirados Árabes.
Em seu pronunciamento, Trump foi enfático ao instar a população iraniana a aproveitar o momento para retomar o controle de seu destino e derrubar o governo clerical que comanda o país desde 1979. O republicano advertiu diretamente os militares iranianos: “Entreguem suas armas ou enfrentem a morte certa”, prometendo aniquilar a Marinha e a indústria de mísseis do país.
A operação militar ocorre após semanas de negociações infrutíferas em Omã e Genebra, onde Washington exigia “enriquecimento zero” de urânio, proposta rejeitada categoricamente por Teerã. Especialistas indicam que a mobilização militar atual é a maior desde a invasão do Iraque em 2003, sugerindo que os combates podem se estender por várias semanas.
