O vereador Carlos Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, anunciou nesta quinta-feira (11) que renunciará ao mandato na Câmara Municipal do Rio e se mudará para Santa Catarina, onde articula uma candidatura ao Senado em 2026.

Com informações Terra Brasil e Conexão Política
É o que diz Lauro Jardim, em sua coluna deste sábado, 17 de dezembro. De acordo com o jornalista, a legenda tem resistido a indicações em torno desses três nomes. Tratam-se de figuras que, em campanha, recebiam aplausos e elogios da cúpula lulopetista.
Após o fechamento das urnas e a oficialização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Grupo de Transição (GT) ganhou forma e, consequentemente, uns conseguiram cravar protagonismo, a exemplo de Aloizio Mercadante —que coordenou o GT, além de ser citado como próximo presidente do BNDES—, enquanto outros passaram a ficar mais distanciados.
O PT, segundo Jardim, não quer Silva, Tebet ou Cela. Além disso, a sigla também aponta algumas figuras que podem eventualmente assumir o lugar delas no futuro governo Lula.
Um dos mencionados, ainda conforme o jornalista, é o político Camilo Santana (PT-CE), ex-governador do Estado do Ceará entre janeiro de 2015 até abril de 2022.
A decisão final, no entanto, partirá de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Atualmente, o governo federal conta com 23 ministérios ativos. Sob Lula, a previsão é de que o Executivo federal tenha, em média, 37 pastas.
O vereador Carlos Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, anunciou nesta quinta-feira (11) que renunciará ao mandato na Câmara Municipal do Rio e se mudará para Santa Catarina, onde articula uma candidatura ao Senado em 2026.
Na madrugada desta quinta-feira (11), a Câmara dos Deputados decidiu manter o mandato de Carla Zambelli (PL).
O Senado pediu nesta quarta-feira (10) que o Supremo Tribunal Federal (STF) suspenda ou revogue a decisão individual do ministro Gilmar Mendes que restringiu a apresentação de pedidos de impeachment contra integrantes da Corte à Procuradoria-Geral da República.
