
Com informações Terra Brasil e Conexão Política
É o que diz Lauro Jardim, em sua coluna deste sábado, 17 de dezembro. De acordo com o jornalista, a legenda tem resistido a indicações em torno desses três nomes. Tratam-se de figuras que, em campanha, recebiam aplausos e elogios da cúpula lulopetista.
Após o fechamento das urnas e a oficialização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Grupo de Transição (GT) ganhou forma e, consequentemente, uns conseguiram cravar protagonismo, a exemplo de Aloizio Mercadante —que coordenou o GT, além de ser citado como próximo presidente do BNDES—, enquanto outros passaram a ficar mais distanciados.
O PT, segundo Jardim, não quer Silva, Tebet ou Cela. Além disso, a sigla também aponta algumas figuras que podem eventualmente assumir o lugar delas no futuro governo Lula.
Um dos mencionados, ainda conforme o jornalista, é o político Camilo Santana (PT-CE), ex-governador do Estado do Ceará entre janeiro de 2015 até abril de 2022.
A decisão final, no entanto, partirá de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Atualmente, o governo federal conta com 23 ministérios ativos. Sob Lula, a previsão é de que o Executivo federal tenha, em média, 37 pastas.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem nesta quarta-feira, (20), a oportunidade de reduzir ou de elevar a conta de luz dos brasileiros ao recalibrar o chamado nível de aversão ao risco para o setor elétrico. A decisão seria tomada em 13 de maio e foi adiada por uma semana. A […]
