
Um ex-marido de galerista assassinada no Rio de Janeiro foi condenado à prisão perpétua nos Estados Unidos. A decisão, segundo as informações divulgadas, reacende o caso que chocou o meio artístico e segue sem desfecho no país onde o crime aconteceu. Enquanto a sentença americana já foi proferida, o processo brasileiro ainda não chegou ao julgamento do acusado.
De acordo com as informações divulgadas, o ex-marido da vítima é apontado como mandante do homicídio. Ele aguarda julgamento no Brasil, mesmo já tendo sido condenado no exterior. A situação expõe a complexidade de casos que envolvem mais de um país, com réus em jurisdições diferentes e processos correndo em paralelo.
Segundo as informações, um cubano é acusado de matar a galerista norte-americana no Rio e deverá ser julgado em fevereiro de 2027, na capital fluminense. Esse julgamento é apontado como o próximo passo do caso no Brasil. Até lá, o andamento da ação penal contra o acusado seguirá sob acompanhamento das autoridades brasileiras.
Um advogado afirmou que o acusado teria feito um acordo informal com o FBI, a polícia federal americana, para não ser extraditado. A informação, segundo a fonte, ajuda a explicar a trajetória do processo nos dois países. Os termos desse entendimento não foram detalhados nas informações disponíveis até agora.
A condenação nos Estados Unidos encerra uma etapa do caso, mas não resolve sua totalidade no Brasil. Ainda não há detalhes públicos sobre eventuais desdobramentos da extradição, caso ela venha a ser discutida novamente. O acompanhamento do julgamento marcado para 2027 deve ser decisivo para o esclarecimento completo da morte da galerista.
