Relator do caso da trama golpista julgada no Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes voltou a ser alvo de uma série de pedidos de impeachment no Senado.
Relator do caso da trama golpista julgada no Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes voltou a ser alvo de uma série de pedidos de impeachment no Senado.
A última fase do julgamento que pode tornar Jair Bolsonaro e outros sete nomes réus por tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado democrático de direito começou às 9h30 desta quarta-feira (26) e, diferente do que aconteceu nas duas primeiras etapas, não contou com a presença do ex-presidente.
O julgamento que pode tornar Jair Bolsonaro e outros sete nomes réus por tentativa de golpe de Estado foi iniciado na manhã desta terça-feira (25), com a abertura do presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin e a leitura do relatório feita pelo ministro Alexandre de Moraes.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de propor 14 anos de pena para Débora Rodrigues dos Santos — 12 anos e 6 meses em regime fechado — por pichar com batom a frase “Perdeu, mané” em uma estátua durante os atos de 8 de janeiro, desencadeou uma onda de indignação nas redes sociais e reacendeu o debate sobre desproporcionalidade nas decisões judiciais.
O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou na quinta-feira (20) que os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin participarão do julgamento da denúncia sobre a trama golpista contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, agendado para a próxima terça-feira (25).
Parlamentares republicanos dos Estados Unidos enviaram, nesta quinta-feira (20/3), uma carta ao presidente Donald Trump solicitando que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), seja alvo de sanções sob a Lei Magnitsky.
A Defensoria Pública da União (DPU) enviou uma petição ao Supremo Tribunal Federal (STF) acusando o ministro Alexandre de Moraes de desrespeitar o direito à defesa e favorecer a acusação em um dos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023.
Relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) revelam irregularidades graves na gestão do Ministério da Cultura, especialmente durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A retirada do sigilo da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), provocou reações de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Torcedores do Bahia que adquiriram ingressos para o setor Esquadrão Zone decidiram acionar a Justiça e o Codecon (Coordenadoria de Defesa do Consumidor) para exigir ressarcimento e o cumprimento de seus direitos.
